Descubra qual é a pior contratação do Flamengo na história
Veja quais contratações do Mengão mais decepcionaram a torcida e entenda os motivos por trás de cada fiasco, entenda qual foi a pior contratação do Flamengo na história e os motivos.
Entre salários milionários, expectativas frustradas e atuações abaixo da média, o clube viveu episódios que marcaram negativamente sua trajetória no mercado da bola.
Neste texto, vamos relembrar as piores contratações do Flamengo na história, analisando o contexto de cada uma, os impactos financeiros e a reação da torcida.
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Como o Flamengo escolhe suas contratações ⚽
Antes de apontar nomes, é importante entender o processo de contratação. O Flamengo é um clube com estrutura profissional, mas nem sempre foi assim. Até meados de 2013, as decisões passavam por dirigentes e patrocinadores, sem análise técnica profunda. Isso resultava em apostas caras e de retorno duvidoso.
Nos últimos anos, com a chegada de profissionais de gestão e análise de desempenho, o clube passou a seguir critérios mais técnicos.
Contudo, as más contratações do passado ainda ecoam como alertas sobre a importância de planejamento e coerência financeira.

Pior contratação do Flamengo: os casos mais emblemáticos 🔥
Selecionamos os nomes que mais frustraram a Nação Rubro-Negra, seja pelo desempenho dentro de campo ou pelo custo elevado em relação ao retorno esportivo.
1. Dênis Marques – A esperança que não vingou (2009)
Contratado para resolver os problemas ofensivos, Dênis Marques chegou ao Flamengo em 2009 com boa fama no futebol nordestino.
No entanto, o atacante teve desempenho apagado, marcando poucos gols e sendo lembrado mais pelas lesões do que pelas atuações.
Apesar de ter sido campeão brasileiro com o elenco de 2009, sua contribuição direta foi mínima. Após sua saída, seguiu carreira discreta e se tornou um exemplo de contratação mal planejada.
2. Darío Bottinelli – o argentino que não brilhou (2010)
O meia Darío Bottinelli veio do futebol chileno com status de craque, mas nunca conseguiu justificar o investimento. Custou caro, alternou bons momentos e más atuações, e foi ofuscado por outros nomes do elenco. Em campo, mostrou técnica, mas faltou intensidade e regularidade.
O caso Bottinelli exemplifica um erro comum do Flamengo na época: contratar por nome e não por encaixe tático.
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3. Carlos Eduardo – o fantasma pós-Adriano (2013)
Após a saída de Adriano, o clube buscava um meia criativo para liderar o time. O escolhido foi Carlos Eduardo, ex-Grêmio e ex-Hoffenheim. A expectativa era alta, mas a realidade foi decepcionante. Lento, sem ritmo e visivelmente fora de forma, o jogador virou alvo constante de críticas e memes.
Mesmo com contrato milionário, Carlos Eduardo teve desempenho pífio e deixou o clube rapidamente. O custo-benefício negativo fez dele uma das piores contratações do Flamengo da década.
4. Marcelo Cirino – o investimento milionário sem retorno (2015)
O caso de Marcelo Cirino é emblemático. O atacante chegou ao Flamengo por cerca de R$ 17 milhões, vindo do Atlético-PR, com apoio de investidores externos. Esperava-se um novo ídolo, mas Cirino nunca conseguiu se firmar.
Apesar da velocidade e do potencial, ele pecava nas finalizações e nas decisões. Com o tempo, virou reserva e símbolo de um momento de instabilidade do clube. O investimento não retornou nem esportiva nem financeiramente.
5. Geuvânio – o retorno frustrante do exterior (2017)
Depois de boas passagens por Santos e China, Geuvânio foi anunciado com pompa, mas não rendeu o esperado.
Com atuações apagadas e poucos gols, o atacante se tornou mais uma aposta sem sucesso. O salário alto e a falta de impacto tornaram sua passagem quase esquecível.
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Comparativo: desempenho e custo das piores contratações 📊
| Jogador | Ano | Gols | Partidas | Custo estimado (R$) |
| Dênis Marques | 2009 | 3 | 20 | 2 milhões |
| Bottinelli | 2010 | 9 | 56 | 7 milhões |
| Carlos Eduardo | 2013 | 1 | 33 | 5 milhões |
| Marcelo Cirino | 2015 | 11 | 75 | 17 milhões |
| Geuvânio | 2017 | 2 | 46 | 9 milhões |
| Rafinha Alcântara | 2023 | 0 | 10 | 8 milhões |
Essa tabela mostra como o alto investimento nem sempre é sinônimo de sucesso. Em vários casos, o retorno técnico e comercial foi muito abaixo do esperado, comprometendo o planejamento financeiro do clube.
Contratação do Flamengo: Os bastidores e as consequências dessas contratações 💰
Além do desempenho em campo, as más contratações também geraram impacto nos bastidores. Em períodos de crise, o Flamengo acumulava dívidas trabalhistas, processos judiciais e desgaste com patrocinadores.
Cada contratação malsucedida representava mais um obstáculo para a reconstrução financeira.
Com o tempo, o clube entendeu a necessidade de mudar a mentalidade.
A partir de 2015, passou a adotar uma política de austeridade e análise técnica, o que resultou em contratações mais assertivas, como Arrascaeta, Gabigol e Bruno Henrique.
Contratação do Flamengo: O aprendizado e a virada de chave do Flamengo 🔴⚫
As piores contratações deixaram lições valiosas. O clube aprendeu a não repetir erros do passado, investindo em profissionais de scouting, análise de dados e gestão moderna.
Essa transformação culminou na era de ouro de 2019, quando o Flamengo conquistou a Libertadores e o Brasileirão com um elenco montado de forma inteligente.
Hoje, o Rubro-Negro serve de exemplo para outros clubes do país, mostrando que sucesso esportivo é resultado de planejamento e profissionalismo.
Contratação do Flamengo: Entre erros e acertos, o Flamengo evoluiu ⚽
Definir a pior contratação do Flamengo pode variar conforme a época e a perspectiva do torcedor. No entanto, nomes como Carlos Eduardo e Geuvânio figuram entre os mais lembrados pelos fiascos esportivos e financeiros.
O que fica é o aprendizado: o Flamengo, mesmo com tropeços, se reinventou e se tornou referência em gestão e desempenho.
Os erros do passado serviram de alicerce para as conquistas do presente. Hoje, o clube colhe os frutos de uma reestruturação que colocou o Mengão novamente no topo da América.
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FAQ
- Qual foi a pior contratação da história do Flamengo?
- Muitos torcedores apontam Carlos Eduardo (2013) como o maior fracasso do clube.
- Houve contratações que deram prejuízo financeiro?
- Sim, como os casos de Marcelo Cirino e Geuvânio, com custos altos e pouco retorno.
- Qual foi a mais polêmica?
- A de Rafinha Alcântara, em 2023, por envolver um jogador de renome e resultados fracos.
- O Flamengo ainda comete erros no mercado?
- Com menos frequência, mas algumas apostas ainda não rendem o esperado.
- O que mudou após esses fracassos?
- O clube passou a adotar gestão profissional e contratações baseadas em análise de desempenho.